04/06/2007
  
Em breve!



Guerras Médicas: batalha entre gregos e persas!
Relatado por Senhor das Guerras
às 04/06/2007


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28/05/2007
  
Guerra de Tróia (continuação)

Retornando depois de muito tempo sem postar, para encerrar sobre a trajetória da Guerra de Tróia, aqui vai mais um aboa referência para quem quer saber um pouco mais, apesar das distorções.

Tróia

Ficha Técnica
Título Original: Troy
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 162 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2004
Site Oficial: http://troymovie.warnerbros.com
Estúdio: Warner Bros. / Village Roadshow Pictures / Plan B Films / Radiant Productions
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Wolfgang Petersen
Roteiro: David Benioff, baseado em poema de Homero
Produção: Gail Katz, Wolfgang Petersen, Diana Rathbun e Colin Wilson
Música: James Horner
Fotografia: Roger Pratt
Desenho de Produção: Nigel Phelps
Direção de Arte: Julian Ashby, Jon Billington, Andy Nicholson e Adam O'Neill
Edição: Peter Honess
Efeitos Especiais: Cinesite Ltd. / Framestore CFC / Lola / The Moving Picture Company

Elenco
Brad Pitt (Aquiles)
Eric Bana (Hector)
Orlando Bloom (Paris)
Diane Kruger (Helena)
Sean Bean (Odysseus)
Brian Cox (Agamenon)
Peter O'Toole (Priam)
Brendan Gleeson (Menelaus)
Saffron Burrows (Andromache)
Rose Byrne (Briseis)
Julie Christie (Thetis)
Garreth Hedlund (Patroclus)
Vincent Regan (Eudorus)
James Cosmo (General Glaucus)

Sinopse
Em 1193 A.C., Paris (Orlando Bloom) é um príncipe que provoca uma guerra da Messência contra Tróia, ao afastar Helena (Diane Kruger) de seu marido, Menelaus (Brendan Gleeson). Tem início então uma sangrenta batalha, que dura por mais de uma década. A esperança do Priam (Peter O'Toole), rei de Tróia, em vencer a guerra está nas mãos de Aquiles (Brad Pitt), o maior herói da Grécia, e seu filho Hector (Eric Bana).

Abaixo: um dos muitos posteres do filme

Relatado por Senhor das Guerras
às 28/05/2007


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23/04/2007
  
Guerra de Tróia (continuação)

Para encerrar as figuras importantes da Guerra de Tróia.

Menelau

rei lendário da Lacedemónia (Esparta), é filho de Atreu e irmão mais novo de Agamémnon. O rapto da sua mulher (Helena) por Páris, deu origem à Guerra de Tróia.
Depois da queda de Tróia, recuperou a esposa e vagueou durante oito anos pelas costas do Mediterrâneo até regressar a casa.
Conta Homero que Menelau não era dos melhores guerreiros, mas era muito nobre e possuía grandes riquezas. Menelau e Helena tiveram uma filha chamada Hermíone.

Aquiles

era filho de Peleu, rei dos mirmidões na Tessália e da ninfa Tétis. Zeus e Posídon levaram-na até um oráculo que viu na sua mão que ela teria um filho que seria maior que o próprio pai, e por isso resolveu dá-lo a outra pessoa. De acordo com a lenda, Tétis tentou tornar Aquiles invencível mergulhando-o no rio Estige. Porém, ao mergulhá-lo, segurou-o pelo tendão de um dos calcanhares (o tendão de Aquiles). Assim, esta parte ficou vulnerável, podendo levá-lo à morte. Essa versão parece ser recente: não é conhecida de Homero, nem mencionada por Ovídio. Na versão original, é a armadura de Aquiles que é invulnerável, sendo a parte do calcanhar naturalmente desprotegida. Posteriormente a história se desenvolveu por metonímia, transformado-se o corpo todo do herói em invulnerável, o que faz pouco sentido no contexto da lenda.
Um oráculo disse que, se Aquiles fosse a Tróia, morreria lá. Sua mãe escondeu-o na corte de Licomedes em Scyrus disfarçado de mulher. Lá teve um romance com Deidamia resultando numa criança, Neoptolemo. Foi descoberto por Odisseu disfarçado de vendedor ambulante de bugigangas e armamentos. Foi desmascarado por um toque de trombeta quando se viu compelido a não se acovardar e tomar a lança de um atacante. Daí precisou de pouca coisa para decidir ir a Tróia.

Heitor

Como o seu pai foi incapaz de combater, durante o cerco de Tróia feito pelos Aqueus, devido à sua avançada idade, Heitor foi nomeado general das tropas troianas. A sua força, coragem e eficiência na guerra foram enormes: nos poemas épicos de Homero, Heitor é responsável pela morte de 28 heróis Gregos; nem Aquiles obtém um número tão grande (24 heróis Troianos caídos a seus pés). Pela voz do Destino, os Troianos estavam informados que as muralhas de Tróia nunca cairiam enquanto Heitor se mantivesse vivo.
Na Ilíada, Homero chama-o de "domador de cavalos", devido a preocupações de métrica e porque, de modo geral, Tróia era conhecida por ser criadora de cavalos. Na narrativa da Ilíada, no entanto, Heitor nunca é visto com cavalos. Outro epíteto que lhe é característico é "o do elmo flamejante".
Heitor contrasta fortemente com Aquiles. Se por um lado Aquiles foi essencialmente um homem de guerra, Heitor representa Tróia e aquilo por que esta lutava. Alguns estudiosos têm vindo a sugerir que é Heitor, e não Aquiles, o verdadeiro herói da Ilíada. A sua repreensão a Polidamante, dizendo-lhe que lutar pela pátria era o primeiro e único presságio, tornou-se provérbica para os patriotas Gregos. É por ele que podemos ver pormenores sobre como seria a vida em Tróia, em tempo de paz, e noutros sítios de civilização mediterrânica da Idade do Bronze descrita por Homero. Na Ilíada, a cena em que Heitor se despede da sua esposa Andrómaca e do seu filho é particularmente comovente.
Durante a Guerra de Tróia, Heitor matou Protesilau e foi ferido por Ájax. Nos quadros de guerra descritos na Ilíada, ele luta com muitos dos guerreiros Gregos e normalmente (mas nem sempre) consegue matá-los ou feri-los. Quando, sob a assistência de Apolo, ele mata Pátroclo e desbarata todo o exército grego, parece que se chegou a um ponto de viragem no decorrer da guerra.
No entanto, o destino pessoal de Heitor, decretado por Zeus no início da história, nunca está em dúvida. Aquiles, irado pela morte do seu amigo Pátroclo, mata Heitor e arrasta o seu cadáver à volta das muralhas de Tróia. Finalmente, por intervenção de Hermes, Príamo convence Aquiles a permitir que o seu corpo seja recuperado de modo a prestarem-lhe cerimónias fúnebres. O último episódio da Ilíada é o funeral de Heitor, depois do qual a perdição de Tróia é uma questão de tempo.
No saque final a Tróia, como é descrito no Canto II da Eneida, o seu pai e muitos dos seus irmãos são mortos, o seu filho é atirado do cimo das muralhas, por medo que este vingue a morte do seu pai, e a sua esposa é transportada por Neoptólemo para viver como escrava.


Agamemnon

Agamêmnon/Agamémnon (em grego, Aγαμέμνων — "muito resoluto"), um dos mais distintos heróis gregos, era filho do rei Atreu de Micenas (ou Argos) e da rainha Aerope/Érope, e irmão de Menelau. Alguns pensam que foi uma pessoa verdadeira.
Relatado por Senhor das Guerras
às 23/04/2007


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09/04/2007
  
Guerra de Tróia (continuação)



Mais uma figura importante da Guerra de Tróia:

Helena

Na mitologia grega, Helena de Tróia era filha de Zeus e de Leda, irmã gêmea da rainha Clitemnestra, irmã de Castor e Pólux, esposa do rei Menelau, com a reputação de mulher mais bela do mundo. O seu rapto feito pelo príncipe troiano Páris desencadeou uma guerra. Após este acontecimento, foi perdoada pelo marido, e levada de volta para Esparta, seu reino.

Existem várias versões sobre o seu fim. Segundo Pausânias, após a morte de Menelau, ela foi expulsa do reino pelo seu enteado, Nicostrato. Foi morar com a rainha Polixo, que fingiu ser amiga mas queria vingança pela morte do marido Tlepólemo. Quando Helena estava tomando banho, a rainha mandou as servas vestidas de Fúrias, que a enforcaram.

Abaixo: Helena de Troia segundo Evelyn de Morgan

Relatado por Senhor das Guerras
às 09/04/2007


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19/03/2007
  
Guerra de Tróia (continuação)

Sugestão de Leitura e Filmes

Como sugestão, para um entendimento mais aprofundado sobre o tema, aconselho a leitura da Ilíada.

Ilíada é um poema que narra os acontecimentos mais importantes ocorridos no último ano da Guerra de Tróia.
Sua autoria é atribuída a Homero, tabém criador de Odisséia.
A Ilíada é constituída por 15.693 versos.
Sua origem é baseada na tradição oral.
Devido a sua importância é considerada um marco da literartura ocidental e da literatura mundial.

Segue abaixo trecho de Ilíada (tradução de Manuel Odorico Mendes):

Enquanto o herói sedentos Graios
Se armam na frota, e na colina os Teucros
Do Olimpo sinuosos expede Jove
Têmis, que gira tudo e chama os deuses
à Dial corte...

(...)

... Quando cortês o rei dos mares chega,
Toma seu trono e diz: "Senhor do raio,
Por que de novo os imortais convocas?
Sobre os Aqueus e os teucros deliberas,
Prestos a arder em sanguinosa lide?"
Responde o irmão: "Netuno, em mim penetras,
Eu de Ílio curo, bem que já no extremo.
Mas, do espetáculo a gozar tranqüilo,
No celso Olimpo ficarei; vós-outros
A bel-prazer, a Gregos e Troianos
Auxiliai...

(...)

Com isso inflamam-se os deuses, que discordes
Vão-se: às naus Mercúrio, e o coxo nume
Duro e atroz, bem que as tíbias lhe vacilem;
Mas aos Troas, Gradivo de éreo casco,
O intenso Apolo, a madre, a irmã frecheira,
Xanto e a ridente Vênus.

(...)

... do Olimpo ao descerem, num ruído
Ferve tudo: Minerva ora do fosso,
Ora da praia ressonante grita;
Qual negro furacão rugindo Marte,
Anima os Teucros, ou do sumo alcáçar,
Ou do Símois correndo os verdes coles.
Mal os Celestes o conflito abrasam,
Troveja horrendo Júpiter; Netuno
Abala a terra ingente e os celsos montes...
Febo a Netuno opunha-se de setas;
Palas a Marte; a Juno a de arco de ouro
Do longevibrador a irmã fragueira;
Ao lucroso Mercúrio a mãe de Apolo
A Vulcano o Escamândrio, que os Supremos
Xanto nomeiam, vorticoso rio
Deus a deus se afrontava...

Ilíada, canto XX

Relatado por Senhor das Guerras
às 19/03/2007


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- Nome: Sr. da Guerra
- Idade: desconhecida
- Local: desconhecido

Guerra é uma disputa entre dois ou mais grupos distintos de indivíduos mais ou menos organizados. A guerra pode ocorrer entre países ou entre grupos menores como tribos ou facções dentro do mesmo país. Em ambos os casos, pode-se ter a oposição dos grupos rivais isoladamente ou em conjunto. Neste último caso, tem-se a formação de aliança(s). Fonte: Wikipedia
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